Avantgard | Garcia
50 Fotos
R$1.595.000
Condomínio R$900,00
Outras Taxas
IPTU R$535,91

AvanGard

AvanGard - Savassi - Belo Horizonte/MG
3 Dormitórios, sendo 1 suíte
2 Vagas
80,12 m² (Privativa)

Conheça o imóvel

Vídeo

Descrição do imóvel

Eu, Rodrigo Melgaço, quero lhe apresentar um dos mais exclusivos apartamentos na Savassi!


Unidade para venda possui 80m², sua sala é confortável para 02 ambientes, a varanda foi integrada com ampla vista pois está em andar alto.

São 03 quartos e um destes é suíte, 01 dos quartos possui outra varanda!

Os armários são planejados e possuem acabamento padrão, sua cozinha é moderna, banho social e suíte com box em vidro temperado. Os pisos e as bancadas são em granito.


Você merece este apartamento, pois é ideal para sua família!


Possui 02 vagas paralelas na garagem, são cobertas e demarcadas.


Acesse o vídeo e receba uma apreciação ampliada: https://www.youtube.com/watch?v=0fWCENc37WM


O prédio é da construtora Garcia, dispensa apresentações, alto padrão de acabamento, possui o monitoramento de porteiros físicos por 24Hs, entrada glamurosa, hall social finamente montado e frente envidraçada, 03 elevadores para seus 18 andares, sua área de lazer é completa, ou seja, possui piscina adulto com deck molhado e infantil, sauna, duchas, salão de jogos, academia montada com equipamentos modernos, salão de festas, espaço gourmet, espaço kids e playground especialmente montados, quadra esportiva, 04 lavabos sociais e 01 para portadores de necessidades especiais.


Localizado bem pertinho da Praça da Savassi e a 03 quarteirões da Praça da Liberdade, um dos pontos turísticos e culturais mais visitados da cidade. A região oferece diversas opções de serviços e lazer, como o mercados, escolas (UFMG, Pitágoras, Bernoulli), padarias e supermercados (VerdeMar, SuperNosso), Shopping Pátio Savassi, Shopping Diamond Mall (05 min), área hospitalar (10 min) e Palácio das Artes.


NOVEMBRO 2025

Cômodos

3 Dormitórios, sendo 1 suíte
3 Banheiros
2 Vagas
Garagem Coberta
1 Sala de TV
1 Cozinha
1 Sala de jantar
1 Área de serviço

Áreas

Área Construída: 80,12m²
Área Privativa: 80,12m²
Área Total: 80,12m²

Características

Aquecimento a gás
Aquecimento central
Aquecimento solar
Armário na cozinha
Deck Molhado
Forro de gesso
Gás central
Gás individual
Hidrômetro individual
Iluminação embutida
Interfone
Portaria
Rua asfaltada
Sauna
Vista exterior
Área esportiva

Condomínio

Número de torres: 1
Unidades por andar: 6
Total de andares: 19

Características do Condomínio

Academia de ginástica
Brinquedoteca
Cerca elétrica
Churrasqueira
Câmeras de vigilância
Elevador de serviço
Elevador social
Interfone
Piscina adulto
Piscina infantil
Playground
Portaria 24 horas
Porteiro eletrônico
Portão Elétrico
Portão eletrônico
Quadra poliesportiva
Sala de jogos
Salão de festas
Salão de festas infantil
Sauna
Sistema de alarme
Vaga para Visitante
Área verde preservada

Outras Informações

Referência: 16-1
Idade do imóvel: 12 anos
Incorporação: Garcia
Perfil: Residencial
Posição solar: Sul
Posição: Frente
Situação: Pronto para morar
Escriturado: Sim
Averbado: Sim
Terreno: Plano

Proximidades

Academia de ginástica
Banco
Clube
Escola
Escola de idioma
Escola infantil
Escritório
Faculdade
Farmácia
Hospital
Igreja
Linha de ônibus
Lojas variadas
Padaria
Pet shop
Posto de combustível
Praça
Restaurantes
Salão de beleza
Shopping
Supermercado
Transporte público

Localização

Rua Cláudio Manoel, 878 - Savassi - Belo Horizonte/MG | Complemento: AvanGard - 30140-100
Imagem estática do "Street View" da localização

Conheça a cidade Belo Horizonte

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História – Belo Horizonte (MG)


Em 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à Serra de Congonhas à procura de ouro. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar e construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado. O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas de ouro e pedras preciosas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. 

Aos poucos, o Curral del Rei cresceu apoiado na pequena lavoura, criação e comercialização de gado e fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se na região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, a população saltou para a de 18 mil habitantes. 

Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado à Sabará, Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. 

O Distrito foi criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por Ordem Régia de 1750 e, em 1890, renomeado como Belo Horizonte. Elevada à categoria de município e Capital de Minas Gerais, com a denominação de Cidade de Minas, em 1893, e passou a denominar-se Belo Horizonte, em 1901. Ocorreram sucessivas divisões administrativas e desmembramentos desse território, sem que houvesse mudança no nome da cidade.

O ciclo de prosperidade durou pouco e diversas regiões que constituíram o antigo arraial se tornaram autônomas. Rapidamente, a população diminuiu e a economia local entrou em decadência. No final do século XIX, restavam cerca de quatro mil habitantes. Com a Proclamação da República, em 1889, cresce a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, os sócios do Clube Republicano de Curral del Rei propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Nesse clima de euforia, os horizontinos receberam a notícia da construção da nova capital. 

Mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte - A primeira tentativa de transferir a sede do Governo de Minas para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1789, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República e, dessa vez, não seria uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade.

Em 1891, o Presidente do Estado, Augusto de Lima, determinou - por decreto - a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os 'mudancistas', favoráveis à nova capital, e os 'não mudancistas'. Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. 

O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou uma Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade e Belo Horizonte venceu. Em 17 de dezembro de 1893, com a Lei Nº 3 adicionada à Constituição Estadual, a sede do Governo transferiu-se para Belo Horizonte, onde a nova capital deveria ser inaugurada. A mesma Lei criou a Comissão Construtora formada por técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras, dentre os quais estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do Brasil, chefiados por Aarão Reis. Belo Horizonte foi inaugurada, ainda em construção, no dia 12 de dezembro de 1897.


R$1.595.000
Condomínio R$900,00
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Rodrigo MelgaçoCRECI - 32151F

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História – Belo Horizonte (MG)


Em 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à Serra de Congonhas à procura de ouro. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar e construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado. O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas de ouro e pedras preciosas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. 

Aos poucos, o Curral del Rei cresceu apoiado na pequena lavoura, criação e comercialização de gado e fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se na região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, a população saltou para a de 18 mil habitantes. 

Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado à Sabará, Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. 

O Distrito foi criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por Ordem Régia de 1750 e, em 1890, renomeado como Belo Horizonte. Elevada à categoria de município e Capital de Minas Gerais, com a denominação de Cidade de Minas, em 1893, e passou a denominar-se Belo Horizonte, em 1901. Ocorreram sucessivas divisões administrativas e desmembramentos desse território, sem que houvesse mudança no nome da cidade.

O ciclo de prosperidade durou pouco e diversas regiões que constituíram o antigo arraial se tornaram autônomas. Rapidamente, a população diminuiu e a economia local entrou em decadência. No final do século XIX, restavam cerca de quatro mil habitantes. Com a Proclamação da República, em 1889, cresce a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, os sócios do Clube Republicano de Curral del Rei propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Nesse clima de euforia, os horizontinos receberam a notícia da construção da nova capital. 

Mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte - A primeira tentativa de transferir a sede do Governo de Minas para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1789, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República e, dessa vez, não seria uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade.

Em 1891, o Presidente do Estado, Augusto de Lima, determinou - por decreto - a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os 'mudancistas', favoráveis à nova capital, e os 'não mudancistas'. Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. 

O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou uma Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade e Belo Horizonte venceu. Em 17 de dezembro de 1893, com a Lei Nº 3 adicionada à Constituição Estadual, a sede do Governo transferiu-se para Belo Horizonte, onde a nova capital deveria ser inaugurada. A mesma Lei criou a Comissão Construtora formada por técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras, dentre os quais estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do Brasil, chefiados por Aarão Reis. Belo Horizonte foi inaugurada, ainda em construção, no dia 12 de dezembro de 1897.


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