ArteCon Carmelo
49 Fotos
R$6.991/ ALUGUEL
Condomínio R$1.481,47
Taxa de manutenção de nossos serviços (01% sobre aluguel condominio e IPTU) R$91,72
IPTU Mensal R$699,31

Edifício Carmelo

Carmelo - Lourdes - Belo Horizonte/MG
3 Dormitórios, sendo 1 suíte
2 Vagas
83 m² (Privativa)

Descrição do imóvel

Olá, venho lhe apresentar, um apartamento moderno no Bairro de Lourdes!


Está pertinho do Minas Tênis Clube. Edifício Carmelo.


Possui 83m², sala ampla e confortável para 02 ambientes com piso em granito, teto rebaixado com iluminação indireta e varanda.

São 03 quartos, sendo um suíte com varanda, possuem armários planejados em acabamento padrão, sua cozinha é moderna, toda planejada, e área de serviço.

Todos os pisos e as bancadas são em granito, na área íntima são em madeira laminada.

Você merece este apartamento, pois é ideal para você, com ótima localização para o dia a dia!


Possui 02 vagas de garagem, cobertas e demarcadas.


O prédio é da construtora Artecon com alto padrão de acabamento, possui o monitoramento de porteiros físicos por 24Hs, entrada glamurosa com pé direito duplo integrada ao hall social finamente montado, amplo e claro com cobertura envidraçada, 02 elevadores para seus 11 andares, sua área de lazer possui piscina de raia e infantil, sauna com SPA, sala de descanso, sala de massagem, duchas, salão de jogos, espaço gourmet externo com churrasqueira, academia montada com equipamentos modernos, sala de esporte, espaço gourmet interno com churrasqueira, salão de festas, espaço kids e playground montados, 02 lavabos sociais.


Localizado bem pertinho do Minas Tênis Clube no Bairro de Lourdes e a 03 quarteirões da Praça da Liberdade, acesso a pontos turísticos e culturais. A região oferece diversas opções de serviços e lazer, como parques, escolas (UFMG, Isabela Hendrix, Loyola, entre outros), padarias e supermercados (VerdeMar, SuperNosso, Carrefour), e Praça Marília de Dirceu.


Condomínio com regras, disponível para visitas de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.


AGOSTO 2026

Cômodos

3 Dormitórios, sendo 1 suíte
3 Banheiros
2 Vagas
Garagem Coberta
1 Escritório
0 Copa
1 Sala de TV
1 Cozinha
1 Sala de jantar
1 Sala de estar
1 Área de serviço

Áreas

Área Construída: 83m²
Área Privativa: 83m²
Área Total: 83m²

Características

Aquecimento a gás
Aquecimento central
Aquecimento solar
Deck Molhado
Gás central
Gás individual
Hidromassagem
Hidrômetro individual
Portaria
Sauna
Área esportiva

Condomínio

Número de torres: 1
Unidades por andar: 4
Total de andares: 14

Características do Condomínio

Academia de ginástica
Brinquedoteca
Cerca elétrica
Churrasqueira
Circuito interno de tv
Elevador de serviço
Elevador social
Interfone
Piscina adulto
Piscina infantil
Playground
Portaria 24 horas
Porteiro eletrônico
Portão Elétrico
Sala de jogos
Salão de festas
Salão de festas infantil
Sauna
Sistema de alarme
Área verde preservada

Outras Informações

Referência: 33-1
Esquina: Sim
Idade do imóvel: 11 anos
Incorporação: ArteCon
Perfil: Residencial
Posição solar: Sul
Posição: Frente
Situação: Pronto para morar
Escriturado: Sim
Averbado: Sim
Possui mobília?: Sem mobília
Terreno: Plano

Proximidades

Banco
Escola
Escola de idioma
Escritório
Faculdade
Farmácia
Hospital
Igreja
Padaria
Praça
Shopping
Supermercado

Localização

Rua São Paulo, 2295 - Lourdes - Belo Horizonte/MG | Complemento: Edifício Carmelo - 30170132
Imagem estática do "Street View" da localização

Conheça a cidade Belo Horizonte

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História – Belo Horizonte (MG)


Em 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à Serra de Congonhas à procura de ouro. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar e construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado. O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas de ouro e pedras preciosas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. 

Aos poucos, o Curral del Rei cresceu apoiado na pequena lavoura, criação e comercialização de gado e fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se na região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, a população saltou para a de 18 mil habitantes. 

Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado à Sabará, Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. 

O Distrito foi criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por Ordem Régia de 1750 e, em 1890, renomeado como Belo Horizonte. Elevada à categoria de município e Capital de Minas Gerais, com a denominação de Cidade de Minas, em 1893, e passou a denominar-se Belo Horizonte, em 1901. Ocorreram sucessivas divisões administrativas e desmembramentos desse território, sem que houvesse mudança no nome da cidade.

O ciclo de prosperidade durou pouco e diversas regiões que constituíram o antigo arraial se tornaram autônomas. Rapidamente, a população diminuiu e a economia local entrou em decadência. No final do século XIX, restavam cerca de quatro mil habitantes. Com a Proclamação da República, em 1889, cresce a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, os sócios do Clube Republicano de Curral del Rei propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Nesse clima de euforia, os horizontinos receberam a notícia da construção da nova capital. 

Mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte - A primeira tentativa de transferir a sede do Governo de Minas para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1789, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República e, dessa vez, não seria uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade.

Em 1891, o Presidente do Estado, Augusto de Lima, determinou - por decreto - a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os 'mudancistas', favoráveis à nova capital, e os 'não mudancistas'. Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. 

O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou uma Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade e Belo Horizonte venceu. Em 17 de dezembro de 1893, com a Lei Nº 3 adicionada à Constituição Estadual, a sede do Governo transferiu-se para Belo Horizonte, onde a nova capital deveria ser inaugurada. A mesma Lei criou a Comissão Construtora formada por técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras, dentre os quais estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do Brasil, chefiados por Aarão Reis. Belo Horizonte foi inaugurada, ainda em construção, no dia 12 de dezembro de 1897.


R$6.991/ ALUGUEL
Condomínio R$1.481,47
Taxa de manutenção de nossos serviços (01% sobre aluguel condominio e IPTU) R$91,72
IPTU Mensal R$699,31
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Rodrigo MelgaçoCRECI - 32151F

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História – Belo Horizonte (MG)


Em 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à Serra de Congonhas à procura de ouro. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar e construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado. O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas de ouro e pedras preciosas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. 

Aos poucos, o Curral del Rei cresceu apoiado na pequena lavoura, criação e comercialização de gado e fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se na região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, a população saltou para a de 18 mil habitantes. 

Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado à Sabará, Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. 

O Distrito foi criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por Ordem Régia de 1750 e, em 1890, renomeado como Belo Horizonte. Elevada à categoria de município e Capital de Minas Gerais, com a denominação de Cidade de Minas, em 1893, e passou a denominar-se Belo Horizonte, em 1901. Ocorreram sucessivas divisões administrativas e desmembramentos desse território, sem que houvesse mudança no nome da cidade.

O ciclo de prosperidade durou pouco e diversas regiões que constituíram o antigo arraial se tornaram autônomas. Rapidamente, a população diminuiu e a economia local entrou em decadência. No final do século XIX, restavam cerca de quatro mil habitantes. Com a Proclamação da República, em 1889, cresce a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, os sócios do Clube Republicano de Curral del Rei propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Nesse clima de euforia, os horizontinos receberam a notícia da construção da nova capital. 

Mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte - A primeira tentativa de transferir a sede do Governo de Minas para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1789, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República e, dessa vez, não seria uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade.

Em 1891, o Presidente do Estado, Augusto de Lima, determinou - por decreto - a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os 'mudancistas', favoráveis à nova capital, e os 'não mudancistas'. Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. 

O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou uma Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade e Belo Horizonte venceu. Em 17 de dezembro de 1893, com a Lei Nº 3 adicionada à Constituição Estadual, a sede do Governo transferiu-se para Belo Horizonte, onde a nova capital deveria ser inaugurada. A mesma Lei criou a Comissão Construtora formada por técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras, dentre os quais estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do Brasil, chefiados por Aarão Reis. Belo Horizonte foi inaugurada, ainda em construção, no dia 12 de dezembro de 1897.


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