Central Park
39 Fotos
R$489.796
Condomínio R$727,73
Outras Taxas
IPTU Mensal R$137,86

Central Park Residence Mobiliado

Central Park Residence - Betânia - Belo Horizonte/MG
2 Dormitórios
1 Vaga
55 m² (Privativa)

Conheça o imóvel

Vídeo

Descrição do imóvel

CENTRAL PARK


Apartamento a VENDA no Central Park da construtora Concreto. Possui 55m², sua sala é confortável para 02 ambientes e varanda integrada.


São 02 quartos possui acabamento padrão, sua cozinha é moderna integrada à área de serviço completo de armários.

Todos os pisos são em laminado, revestimentos em cerâmica, e as bancadas são em granito. Você merece este apartamento, pois é ideal para você ou sua família!


Possui 01 vaga de garagem, coberta e demarcada.


O prédio é da construtora Concreto e faz parte do Central Park Shopping e Residence.

O melhor em qualidade, design, conforto, segurança e localização. Imagine acordar, olhar em volta e descobrir tudo do jeito que você sempre sonhou. Essa é a essência do Central Park, com ótimo padrão de acabamento, possui o monitoramento de porteiros físicos e seguranças por 24Hs, CFTV com mais de 100 câmeras apenas no Residence, biometria, TAG, Token, além da segurança e CFTV do Shopping;


O Residence possui entrada integrada ao hall social montado, bem projetado, cada torre possui 03 elevadores de alta velocidade, sua área de lazer e paisagismo é completa, ou seja, possui 03 piscinas sendo uma com raia, uma adulta e outra infantil, sauna, sala de descanso, duchas, lavabos sociais, espaço gourmet com churrasqueira Char Broil, academia montada com equipamentos modernos da Movement Fitness, salão de festas montado e decorado, Home Theater, Salão de Jogos com bilhar e mesa de poker, espaço Home Office, espaço Learning (estudos e leitura), espaço kids coberto e especialmente montado, playground externo, quadra poliesportiva além de espaço bicicletário na garagem.


NOVEMBRO 2025

Cômodos

2 Dormitórios
1 Banheiro
1 Vaga
Garagem Coberta
1 Sala de TV
1 Cozinha
1 Sala de jantar
1 Área de serviço

Áreas

Área Construída: 55m²
Área Privativa: 55m²
Área Total: 55m²

Características

Armário na cozinha
Circuito de segurança
Deck Molhado
Gás Canalizado
Gás central
Gás individual
Hidrômetro individual
Interfone
Internet
Jardim
Portaria
Sauna
Sistema de alarme
Vigia
Área esportiva

Condomínio

Número de torres: 3
Unidades por andar: 8
Total de andares: 24

Características do Condomínio

Academia de ginástica
Acesso interno com senha
Brinquedoteca
Cerca elétrica
Churrasqueira
Circuito interno de tv
Câmeras de vigilância
Elevador de serviço (1)
Elevador social (2)
Espaço Office
Gerador elétrico
Interfone
Lan house
Piscina adulto (2)
Piscina infantil (1)
Pista de caminhada
Playground
Portaria 24 horas
Porteiro eletrônico
Portão Elétrico
Portão eletrônico
Quadra poliesportiva
Sala de jogos
Salão de festas
Salão de festas infantil
Sauna
Sistema de alarme
Vaga para Visitante
Área verde preservada

Valores

Aceita Financiamento: Sim

Outras Informações

Referência: 01-6
Idade do imóvel: 9 anos
Incorporação: Concreto
Perfil: Residencial
Posição solar: Oeste
Posição: Fundos
Situação: Pronto para morar
Escriturado: Sim
Averbado: Sim
Terreno: Declive

Proximidades

Academia de ginástica
Banco
Clube
Escola
Escola de idioma
Escola infantil
Escritório
Faculdade
Farmácia
Hospital
Igreja
Linha de ônibus
Lojas variadas
Padaria
Pet shop
Posto de combustível
Praça
Restaurantes
Salão de beleza
Shopping
Supermercado

Localização

Rua Úrsula Paulino, 1321 - Betânia - Belo Horizonte/MG | Complemento: Central Park Residence - 30580-002
Imagem estática do "Street View" da localização

Conheça a cidade Belo Horizonte

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História – Belo Horizonte (MG)


Em 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à Serra de Congonhas à procura de ouro. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar e construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado. O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas de ouro e pedras preciosas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. 

Aos poucos, o Curral del Rei cresceu apoiado na pequena lavoura, criação e comercialização de gado e fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se na região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, a população saltou para a de 18 mil habitantes. 

Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado à Sabará, Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. 

O Distrito foi criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por Ordem Régia de 1750 e, em 1890, renomeado como Belo Horizonte. Elevada à categoria de município e Capital de Minas Gerais, com a denominação de Cidade de Minas, em 1893, e passou a denominar-se Belo Horizonte, em 1901. Ocorreram sucessivas divisões administrativas e desmembramentos desse território, sem que houvesse mudança no nome da cidade.

O ciclo de prosperidade durou pouco e diversas regiões que constituíram o antigo arraial se tornaram autônomas. Rapidamente, a população diminuiu e a economia local entrou em decadência. No final do século XIX, restavam cerca de quatro mil habitantes. Com a Proclamação da República, em 1889, cresce a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, os sócios do Clube Republicano de Curral del Rei propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Nesse clima de euforia, os horizontinos receberam a notícia da construção da nova capital. 

Mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte - A primeira tentativa de transferir a sede do Governo de Minas para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1789, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República e, dessa vez, não seria uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade.

Em 1891, o Presidente do Estado, Augusto de Lima, determinou - por decreto - a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os 'mudancistas', favoráveis à nova capital, e os 'não mudancistas'. Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. 

O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou uma Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade e Belo Horizonte venceu. Em 17 de dezembro de 1893, com a Lei Nº 3 adicionada à Constituição Estadual, a sede do Governo transferiu-se para Belo Horizonte, onde a nova capital deveria ser inaugurada. A mesma Lei criou a Comissão Construtora formada por técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras, dentre os quais estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do Brasil, chefiados por Aarão Reis. Belo Horizonte foi inaugurada, ainda em construção, no dia 12 de dezembro de 1897.


R$489.796
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Rodrigo MelgaçoCRECI - 32151F

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História – Belo Horizonte (MG)


Em 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à Serra de Congonhas à procura de ouro. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar e construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado. O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas de ouro e pedras preciosas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. 

Aos poucos, o Curral del Rei cresceu apoiado na pequena lavoura, criação e comercialização de gado e fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se na região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, a população saltou para a de 18 mil habitantes. 

Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado à Sabará, Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. 

O Distrito foi criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por Ordem Régia de 1750 e, em 1890, renomeado como Belo Horizonte. Elevada à categoria de município e Capital de Minas Gerais, com a denominação de Cidade de Minas, em 1893, e passou a denominar-se Belo Horizonte, em 1901. Ocorreram sucessivas divisões administrativas e desmembramentos desse território, sem que houvesse mudança no nome da cidade.

O ciclo de prosperidade durou pouco e diversas regiões que constituíram o antigo arraial se tornaram autônomas. Rapidamente, a população diminuiu e a economia local entrou em decadência. No final do século XIX, restavam cerca de quatro mil habitantes. Com a Proclamação da República, em 1889, cresce a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, os sócios do Clube Republicano de Curral del Rei propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Nesse clima de euforia, os horizontinos receberam a notícia da construção da nova capital. 

Mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte - A primeira tentativa de transferir a sede do Governo de Minas para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1789, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República e, dessa vez, não seria uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade.

Em 1891, o Presidente do Estado, Augusto de Lima, determinou - por decreto - a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os 'mudancistas', favoráveis à nova capital, e os 'não mudancistas'. Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. 

O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou uma Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade e Belo Horizonte venceu. Em 17 de dezembro de 1893, com a Lei Nº 3 adicionada à Constituição Estadual, a sede do Governo transferiu-se para Belo Horizonte, onde a nova capital deveria ser inaugurada. A mesma Lei criou a Comissão Construtora formada por técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras, dentre os quais estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do Brasil, chefiados por Aarão Reis. Belo Horizonte foi inaugurada, ainda em construção, no dia 12 de dezembro de 1897.


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