Diamond Way
43 Fotos

R$ 4.791

R$ 4.391/ ALUGUEL
Condomínio R$ 819,09
PPI - Proteção Patrimonial Integrada R$ 112,60
IPTU Mensal R$ 420,07

Diamond Way

Diamond Way - Santo Agostinho - Belo Horizonte/MG
3 Dormitórios, sendo 1 suíte
2 Garagens
73 m² (Privativa)
Usado (Situação)

Conheça o imóvel

Vídeo

Descrição do imóvel

Edifício Diamond Way


Um dos mais desejados apartamentos no Bairro Santo Agostinho!


Está em locação e possui 73m², sala confortável para 2 ambientes com piso em porcelanato polido, teto rebaixado e possui lavabo.

São 03 quartos, um destes é suíte com closet, os armários são planejados e possuem acabamento padrão, sua cozinha é moderna, toda planejada, a área de serviço separada.

Todos os pisos de área fria e as bancadas são em granito, porcelanato na social e na área íntima são em madeira laminada.


Você merece este apartamento, pois é ideal para sua família!

Possui 02 vagas de garagem, cobertas e demarcadas.

O prédio é da construtora Terrazzas com alto padrão de acabamento, 02 elevadores para seus 11 andares, e sistema de segurança moderno e interligado.

Localizado bem pertinho do Diamond Mall e a 05 quarteirões da Praça Floriano Peixoto, acesso a pontos turísticos e culturais. A região oferece diversas opções de serviços e lazer, como parques, escolas, padarias e supermercados.


Total de Locação: R$5.742,66

Sendo:

Aluguel do imóvel R$4.390,90

Condomínio mensal com gás e água: +R$819,09

IPTU mensal: +R$420,07

PPI - Proteção Patrimonial Integrada 2% (dois por cento) sobre os valores de aluguel, condomínio e IPTU; Serviço de proteção integral destinado às empresas e seguradoras. Investimos constantemente em parcerias e tecnologias, novas técnicas, para oferecer uma experiência cada vez melhor, buscando a praticidade e agilidade esperados nesta geração, hoje inclusos, +R$112,60:

  1. Seguro Incêndio Anual Obrigatório;
  2. Assistência 24hs (chaveiro, montador, elétrica, hidráulica);
  3. Benefícios (clube com milhares de benefícios, assistência funeral);
  4. Marido de Aluguel (serviços de pequenos reparos);

Tecnologia Exclusiva

  1. Análise (NeuRating) em 05 minutos;
  2. Contrato de Locação Digital em 06hs;
  3. Chaves na mão até 24hs;

03 opções de GARANTIA LOCATÍCIA para alugar conosco:

1 - Fiadores, 3 pessoas* moradores em BH com renda acima de 3x o pacote do aluguel.

2 - Fiança locatícia, valor médio mensal de 08%* sobre o valor de moradia.

3 - Título Capitalização, valor médio de 10 a 12 valores* de moradia, pagos a vista em apólice, resgatada integralmente ao final do contrato.

*SAIBA MAIS

 

NOVEMBRO 2026

Cômodos

3 Dormitórios, sendo 1 suíte
2 Banheiros
2 Garagens
Garagem Coberta
1 Closet
1 Sala de TV
1 Cozinha
1 Lavabo
1 Sala de jantar
1 Área de serviço

Áreas

Área Construída: 73m²
Área Privativa: 73m²
Área Total: 73m²

Características

Aquecimento a gás
Gás individual
Hidrômetro individual

Condomínio

Número de torres: 1
Unidades por andar: 2
Total de andares: 11

Características do Condomínio

Cerca elétrica
Elevador de serviço
Elevador social
Interfone
Porteiro eletrônico
Portão Elétrico

Outras Informações

Referência: 255
Idade do imóvel: 10 anos
Incorporação: Terrazzas
Perfil: Residencial
Posição solar: Sul
Posição: Frente
Escriturado: Sim
Averbado: Sim
Possui mobília?: Sem mobília
Terreno: Plano

Localização

Rua dos Aimorés, 2467 - Santo Agostinho - Belo Horizonte/MG | Complemento: Diamond Way - 30140-072
Imagem estática do "Street View" da localização

Conheça a cidade Belo Horizonte

Sem Imagem

História – Belo Horizonte (MG)


Em 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à Serra de Congonhas à procura de ouro. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar e construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado. O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas de ouro e pedras preciosas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. 

Aos poucos, o Curral del Rei cresceu apoiado na pequena lavoura, criação e comercialização de gado e fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se na região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, a população saltou para a de 18 mil habitantes. 

Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado à Sabará, Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. 

O Distrito foi criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por Ordem Régia de 1750 e, em 1890, renomeado como Belo Horizonte. Elevada à categoria de município e Capital de Minas Gerais, com a denominação de Cidade de Minas, em 1893, e passou a denominar-se Belo Horizonte, em 1901. Ocorreram sucessivas divisões administrativas e desmembramentos desse território, sem que houvesse mudança no nome da cidade.

O ciclo de prosperidade durou pouco e diversas regiões que constituíram o antigo arraial se tornaram autônomas. Rapidamente, a população diminuiu e a economia local entrou em decadência. No final do século XIX, restavam cerca de quatro mil habitantes. Com a Proclamação da República, em 1889, cresce a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, os sócios do Clube Republicano de Curral del Rei propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Nesse clima de euforia, os horizontinos receberam a notícia da construção da nova capital. 

Mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte - A primeira tentativa de transferir a sede do Governo de Minas para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1789, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República e, dessa vez, não seria uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade.

Em 1891, o Presidente do Estado, Augusto de Lima, determinou - por decreto - a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os 'mudancistas', favoráveis à nova capital, e os 'não mudancistas'. Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. 

O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou uma Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade e Belo Horizonte venceu. Em 17 de dezembro de 1893, com a Lei Nº 3 adicionada à Constituição Estadual, a sede do Governo transferiu-se para Belo Horizonte, onde a nova capital deveria ser inaugurada. A mesma Lei criou a Comissão Construtora formada por técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras, dentre os quais estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do Brasil, chefiados por Aarão Reis. Belo Horizonte foi inaugurada, ainda em construção, no dia 12 de dezembro de 1897.


R$ 4.791

R$ 4.391/ ALUGUEL
Condomínio R$ 819,09
PPI - Proteção Patrimonial Integrada R$ 112,60
IPTU Mensal R$ 420,07
Rodrigo MelgaçoCRECI - 32151F

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Conheça a cidade Belo Horizonte

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História – Belo Horizonte (MG)


Em 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à Serra de Congonhas à procura de ouro. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar e construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado. O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas de ouro e pedras preciosas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. 

Aos poucos, o Curral del Rei cresceu apoiado na pequena lavoura, criação e comercialização de gado e fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se na região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, a população saltou para a de 18 mil habitantes. 

Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado à Sabará, Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. 

O Distrito foi criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por Ordem Régia de 1750 e, em 1890, renomeado como Belo Horizonte. Elevada à categoria de município e Capital de Minas Gerais, com a denominação de Cidade de Minas, em 1893, e passou a denominar-se Belo Horizonte, em 1901. Ocorreram sucessivas divisões administrativas e desmembramentos desse território, sem que houvesse mudança no nome da cidade.

O ciclo de prosperidade durou pouco e diversas regiões que constituíram o antigo arraial se tornaram autônomas. Rapidamente, a população diminuiu e a economia local entrou em decadência. No final do século XIX, restavam cerca de quatro mil habitantes. Com a Proclamação da República, em 1889, cresce a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, os sócios do Clube Republicano de Curral del Rei propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Nesse clima de euforia, os horizontinos receberam a notícia da construção da nova capital. 

Mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte - A primeira tentativa de transferir a sede do Governo de Minas para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1789, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República e, dessa vez, não seria uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade.

Em 1891, o Presidente do Estado, Augusto de Lima, determinou - por decreto - a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os 'mudancistas', favoráveis à nova capital, e os 'não mudancistas'. Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. 

O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou uma Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade e Belo Horizonte venceu. Em 17 de dezembro de 1893, com a Lei Nº 3 adicionada à Constituição Estadual, a sede do Governo transferiu-se para Belo Horizonte, onde a nova capital deveria ser inaugurada. A mesma Lei criou a Comissão Construtora formada por técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras, dentre os quais estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do Brasil, chefiados por Aarão Reis. Belo Horizonte foi inaugurada, ainda em construção, no dia 12 de dezembro de 1897.


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