Patrimar Saint Emilion
48 Fotos
R$3.490.000
Condomínio R$3.200,00
Outras Taxas
IPTU R$1.300,00

Saint Emilion

Saint Emilion - Belvedere - Belo Horizonte/MG
4 Dormitórios, sendo 2 suítes
4 Vagas
204 m² (Privativa)

Conheça o imóvel

Vídeo

Descrição do imóvel

Oi, quero apresentar a você, um exclusivo apartamento no Bairro Belvedere!


O Apartamento possui 204m², sua sala é ampla e confortável para 02 ambientes, possui o lavabo, a varanda é gourmet com linda vista. São 04 quartos, dois destes são suítes, sendo a máster com closet e hidro, outros dois são semi suítes, os armários são planejados e possuem acabamento padrão, sua cozinha é moderna, toda planejada com despensa e sala de lanche, a área de serviço é dependência completa com entrada própria. Todos os pisos e as bancadas são em mármore e granito, na área íntima são em madeira corrida.


Você merece este apartamento, pois é ideal para sua família!


Assista o vídeo de unidade idêntica: https://www.youtube.com/watch?v=OyjwwbuIF5Y


Possui 04 vagas de garagem, cobertas e demarcadas.


O prédio é da construtora Patrimar com alto padrão de acabamento, possui o monitoramento de porteiros físicos por 24Hs, entrada glamurosa com pé direito triplo integrada ao hall social finamente montado, amplo e claro com cobertura envidraçada, 04 elevadores para seus 30 andares, sua área de lazer e paisagismo tem 5.652m², completíssima ou seja, possui piscina coberta de raia semi olímpica e aquecida, piscina externa adulto com deck molhado e infantil, sauna com SPA, sala de descanso, sala de massagem, duchas, salão de jogos, espaço gourmet externo com churrasqueira, academia montada com equipamentos Life Fitness, sala de esporte, quadra de squash, espaço gourmet interno com churrasqueira, salão de festas luxuoso, espaço kids e playground especialmente montados, quadra poli esportiva, quadra de tênis de saibro, 08 lavabos sociais e 01 para portadores de necessidades especiais. Todo o prédio e os níveis de garagem possuem isolamento social.


Localizado bem pertinho do BH Shopping no Bairro Belvedere e a 03 quarteirões da Rotatória do Vila da Serra em Nova Lima, acesso a pontos turísticos e culturais. A região oferece diversas opções de serviços e lazer, como parques, escolas (Fundação Torino, Isabela Hendrix, Salesiano, entre outros), padarias e supermercados (VerdeMar, Morini, SuperNosso, Carrefour), área hospitalar (Biocor, Vila da Serra, e outros) e Alta Vista.


Condomínio com regras, disponível para visitas de segunda à sexta-feira, das 09h às 17h.


NOVEMBRO 2025

Cômodos

4 Dormitórios, sendo 2 suítes
4 Banheiros
4 Vagas
Com box na garagem
Garagem Coberta
1 Closet
1 Escritório
1 Copa
1 Sala de TV
1 Cozinha
1 Lavabo
1 Sala de jantar
1 Sala de estar
1 Área de serviço
1 Dependência p/empregada

Áreas

Área Construída: 204m²
Área Privativa: 204m²
Área Total: 204m²

Características

Aquecimento a gás
Aquecimento central
Aquecimento solar
Deck Molhado
Forro de gesso
Gás individual
Hidromassagem
Hidrômetro individual
Portaria
Sauna
Área esportiva

Características do Condomínio

Academia de ginástica
Brinquedoteca
Cerca elétrica
Churrasqueira
Circuito interno de tv
Câmeras de vigilância
Elevador de serviço
Elevador social
Espaço Office
Interfone
Jacuzzi
Lago
Lanchonete
Manobrista
Piscina adulto
Piscina infantil
Pista de caminhada
Playground
Portaria 24 horas
Porteiro eletrônico
Portão Elétrico
Portão eletrônico
Quadra de Saibro
Quadra de Squash
Quadra de tênis
Quadra poliesportiva
Sala de jogos
Salão de festas
Salão de festas infantil
Sauna
Sistema de alarme
Vaga para Visitante
Área verde preservada

Valores

Aceita Financiamento: Sim
Aceita Permuta: Sim

Outras Informações

Referência: 292-2
Esquina: Sim
Perfil: Residencial
Situação: Pronto para morar
Escriturado: Sim
Averbado: Sim
Terreno: Plano

Proximidades

Banco
Escola
Escola de idioma
Escritório
Faculdade
Farmácia
Hospital
Igreja
Padaria
Praça
Shopping
Supermercado

Localização

Rua Maestro Arthur Bosmans, 55 - Belvedere - Belo Horizonte/MG | Complemento: Saint Emilion - 30320680

Conheça a cidade Belo Horizonte

Sem Imagem

História – Belo Horizonte (MG)


Em 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à Serra de Congonhas à procura de ouro. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar e construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado. O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas de ouro e pedras preciosas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. 

Aos poucos, o Curral del Rei cresceu apoiado na pequena lavoura, criação e comercialização de gado e fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se na região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, a população saltou para a de 18 mil habitantes. 

Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado à Sabará, Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. 

O Distrito foi criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por Ordem Régia de 1750 e, em 1890, renomeado como Belo Horizonte. Elevada à categoria de município e Capital de Minas Gerais, com a denominação de Cidade de Minas, em 1893, e passou a denominar-se Belo Horizonte, em 1901. Ocorreram sucessivas divisões administrativas e desmembramentos desse território, sem que houvesse mudança no nome da cidade.

O ciclo de prosperidade durou pouco e diversas regiões que constituíram o antigo arraial se tornaram autônomas. Rapidamente, a população diminuiu e a economia local entrou em decadência. No final do século XIX, restavam cerca de quatro mil habitantes. Com a Proclamação da República, em 1889, cresce a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, os sócios do Clube Republicano de Curral del Rei propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Nesse clima de euforia, os horizontinos receberam a notícia da construção da nova capital. 

Mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte - A primeira tentativa de transferir a sede do Governo de Minas para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1789, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República e, dessa vez, não seria uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade.

Em 1891, o Presidente do Estado, Augusto de Lima, determinou - por decreto - a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os 'mudancistas', favoráveis à nova capital, e os 'não mudancistas'. Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. 

O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou uma Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade e Belo Horizonte venceu. Em 17 de dezembro de 1893, com a Lei Nº 3 adicionada à Constituição Estadual, a sede do Governo transferiu-se para Belo Horizonte, onde a nova capital deveria ser inaugurada. A mesma Lei criou a Comissão Construtora formada por técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras, dentre os quais estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do Brasil, chefiados por Aarão Reis. Belo Horizonte foi inaugurada, ainda em construção, no dia 12 de dezembro de 1897.


R$3.490.000
Condomínio R$3.200,00
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Rodrigo MelgaçoCRECI - 32151F

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História – Belo Horizonte (MG)


Em 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à Serra de Congonhas à procura de ouro. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar e construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado. O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas de ouro e pedras preciosas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. 

Aos poucos, o Curral del Rei cresceu apoiado na pequena lavoura, criação e comercialização de gado e fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se na região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, a população saltou para a de 18 mil habitantes. 

Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado à Sabará, Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. 

O Distrito foi criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por Ordem Régia de 1750 e, em 1890, renomeado como Belo Horizonte. Elevada à categoria de município e Capital de Minas Gerais, com a denominação de Cidade de Minas, em 1893, e passou a denominar-se Belo Horizonte, em 1901. Ocorreram sucessivas divisões administrativas e desmembramentos desse território, sem que houvesse mudança no nome da cidade.

O ciclo de prosperidade durou pouco e diversas regiões que constituíram o antigo arraial se tornaram autônomas. Rapidamente, a população diminuiu e a economia local entrou em decadência. No final do século XIX, restavam cerca de quatro mil habitantes. Com a Proclamação da República, em 1889, cresce a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, os sócios do Clube Republicano de Curral del Rei propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Nesse clima de euforia, os horizontinos receberam a notícia da construção da nova capital. 

Mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte - A primeira tentativa de transferir a sede do Governo de Minas para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1789, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República e, dessa vez, não seria uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade.

Em 1891, o Presidente do Estado, Augusto de Lima, determinou - por decreto - a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os 'mudancistas', favoráveis à nova capital, e os 'não mudancistas'. Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. 

O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou uma Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade e Belo Horizonte venceu. Em 17 de dezembro de 1893, com a Lei Nº 3 adicionada à Constituição Estadual, a sede do Governo transferiu-se para Belo Horizonte, onde a nova capital deveria ser inaugurada. A mesma Lei criou a Comissão Construtora formada por técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras, dentre os quais estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do Brasil, chefiados por Aarão Reis. Belo Horizonte foi inaugurada, ainda em construção, no dia 12 de dezembro de 1897.


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